“Druk” Thomas Vinterberg, 2020.

Este fiquei sem perceber muito bem para onde queremos ir...

O filme é inegavelmente bem escrito, filmado e actuado; o meu problema é exclusivamente filosófico; não sei o que é que quisemos dizer com isto tudo, mas não me cheira.

De resto não se percebe a fita toda que se fez (isto passou cá em sala!).


 

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