“Ivanhoe & La Flèche Noire” Dino Battaglia, 1982.
A partir do Walter Scott e do Stevenson o enorme
Battaglia faz este grande álbum. O Battaglia é um dos modernistas italianos que
eu tanto gosto mas aqui em fim de vida (ele morre em 83) parece transcender o
próprio modernismo da linha suave e única e afundar-se não só nas histórias
chatarronas destes clássicos, mas num desenho riscado, sombrio, um bocadinho
duro como era antes da geração dele, decididamente muito negro como haveria de
ser na geração a seguir à dele em Inglaterra. Mau de ler, mas muito bom.

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