“Diamantino” Gabriel Abrantes & Daniel Schmidt, 2018.

Bem... este andávamos há uns tempos (desde os cartazes colados ilegalmente nas paragens de autocarro da avenida de Berna) para ver antes de mais por pura curiosidade... Isto é antes de mais um objecto muito muito muito específico, nem sequer específico em relação ao cinema cá do burgo, não, é específico mesmo em termos da humanidade.
A narrativa convoca tudo e mais um par de botas por mais que no fim não tenha nada para dizer sobre coisa nenhuma; as actuações oscilam entre o meramente competente e o doloroso; o humor é (a medida exacta de) pateta com uma gargalhada franca todos os vinte minutos; a visão do realizador é completamente original, brutalmente solta... o filme é muito estranho, a história promete tudo e não dá nada mas não sais dali sem curiosidade com o que é que estes moços vão parir a seguir:

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