“3.000 a 3.500” eu no P3, 2014 – 2017.

Como isto é neste momento, total e oficialmente, a minha memória externa para quando entaralhoucar, e na realidade é me muito mais fácil fazer buscas aqui do que no meu próprio computador ou no site do Público, para onde apesar de ter escrito não consigo ler o que escrevi porque nunca o assinei (o único jornal que alguma vez assinei foi o Charlie Hebdo), apesar de nunca me terem dado um tusto que fosse; vou fazer o upload das minhas crónicas para aqui, uma por uma, com boneco e a música que lhes escolhi na altura.

A publicação original no P3 nunca teria sido possível sem o Amílcar Correia, esse gentleman and scholar que me permitiu tudo (dos mais feios palavrões a uma crónica de duas frases só) menos o mau gosto,

um senhor!

“3.000 a 3.500” porque é o nome do ficheiro que aqui tenho,

porque era a margem de caracteres que o Amílcar me deu a primeira vez que falámos.

Depois de as ter lido todas de cabo a rabo...

não lhes tiro uma vírgula, mais, acho que raramente estive mais certeiro.


 

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