“Le Tengû Carré” David B., 1997.
O David B., o meu favorito vivo neste momento, tornou-se a minha reserva estratégica para quando as coisas correm horríveis (tipo o que aconteceu..) porque não desilude...
A Raposa e o Cogumelo, profundamente japonês e total absurdamente novo, o tempo todo a gozar na linha como se a tradição milenar e o futuro estivessem encostadinhos, como se a simplicidade absoluta e a complexidade filosófica tivessem a separá-las nada mais que uma parede de papel japonesa.
Só saem maravilhas das mãos deste homem!
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