“Pride” Matthew Warchus, 2014.

A minha amiga Draper lembra-me desta pérola mesmo a tempo de a fazer ver à vossa sobrinha entre o Algarve e a Carregueira.

A coisa ainda é melhor do que eu me lembrava... as actuações (Nighy, Staunton, West, Considine, Schnetzer, MacKay... o IMDb por uma vez acerta na ordem de brilhantismo) são boas, a realização e fotografia ex aequo com elas, mas o guião é absolutamente brilhante, esmagador... qual Kimberlé Crenshaw, qual W.E.B. du Bois, qual Bell Hooks, qual Angela Davis, isto explica e demonstra a oportunidade, a necessidade, a obrigatoriedade da interseccionalidade, explicadinho aos miúdos... are you not entertained??!

https://www.youtube.com/watch?v=kZfFvsKDuUU

“Interseccionalidade” é uma palavra de merda, quando eu era pequenino chamávamos-lhe “camaradagem”.


 

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