“Fatum 1 l’Héritier” Froideval & Francard, 1996.

 De todos os pressupostos absurdos do Froideval, este é capaz de ser o mais absurdo de sempre para não dizer o mais absurdo possível: um puto muito pequeno herda um império do crime (no futuro) que é basicamente um império corporativo e, contra todas as espectativas revela-se um Michael Corleone... note-se: nenhum destes passos faz o menor sentido (fora as corporações dum futuro próximo se assumirem como máfias do crime e vice-versa) e o bendito Froideval lá carrega a água sabe o demónio como.
 

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