“Il Superuomo di Massa - retorica e ideologia nel romanzo popolare” Umberto Eco, 1976.
Isto é daquelas coisas que acumulam... isto vai-me ser tão útil rapidamente como técnico de ler? Nem pensar nisso. Fartei-me de aprender sobre um assunto basicamente esotérico? Oh yes. É absurdamente prazeiroso ler um tipo tão furiosamente inteligente como com queda para a piada (e que adora, e respeita, a petite histoire)... em cima do resto, estava a precisar de flectir o meu músculo de ler em italiano, sì signora!
Resultado: uma maravilha... o romance popular não pode ser revolucionário, pela obrigação de ser consolatório. Este gajo é daqueles que eu me gabo de ter sido contemporâneo.
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