“Cien años de soledad” 1ª temporada, 2024 (tb. “Cem anos de solidão”).
Caímos de cabeça na prateleira dos espanhóis, sul-americanos, mágico-realistas (de quem a curadora é a tua mana)... eu li este aos 14 ou 15 por causa duma miúda de quem gostava (benditas miúdas de quem fui gostando) e não me lembro de puto para além de todos os personagens terem o mesmo nome e a cena ser uma metáfora para toda a américa espanhola (com rebites que só agora estou a apanhar porque sei mais da américa espanhola agora do que aos 14 ou 15 anos); isto foi muito antes do Sepúlveda, do Vargas, quanto mais do Borges ou do Cervantes (nunca cheguei a ler a Allende ou o Amado como a tua irmã).
Isto é muito grande, muito lento, muito bonito, muito bem fotografado e actuado, não me lembrar de puto tem sido um prazer; qualquer dia tenho vagar para reler o Nome da Rosa:
https://www.youtube.com/watch?v=LuUUCeR8Wqw

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