Guilhim – Anos do Rui 2026.

 OK, resumido que estavas lá para a maior parte do tempo: entrada com eu querer dormir no banco de trás e haver 2 acidentes na Vasco de Gama que nem para a frente nem para trás e a tua sobrinha a dar um arraial de malho ao Pirolito porque ele andou enrolado com uma salope qq no cruzeiro e não há sossego (minto, a tua sobrinha só o queima a ele com uma surpreendente maturidade social e emocional) por mais que no fim não dê em nada (aparentemente, à hora de publicação, Pirolito continua vigente). Dormir nos quartos dos filhos da São (não os sabia fãs do Pratt). O bendito Chico. Piquenique (como não?). Os pássaros raros que lhe saltitam no quintal durante o dia (sem contar com os inquilinos andorinhos). A raposa que cheirei e vi a mexer nas estevas à noite. Andar de barco a partir de Portimão e o vosso pai musculadíssimo. O suave racismo dos tios que, entre apassivantes do mercado e auto-testemunhos de comprovada inocência me parece verdadeiramente quaint nos tempos em que estamos... quem haveria de dizer que haveríamos de chorar as cebolas do Egipto do (muito nacional) racismo envergonhado de antigamente.
 

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