“In Times of Dragons” Tori Amos, 2026... e o “Público”.

O disco saiu e é espantoso (o melhor desde.. desde o “Unrepentant Geraldines” para aí) mas a questão não é essa sequer. Eu uma vez por conta do teu “O Calor do Lar” disse que não sabia que era possível encenar sem ler, agora com o Gonçalo Frota e o seu “Tori Amos vs. Big Tech: o álbum mais politizado da cantautora”... o “mais politizado” é extremamente discutível mas eu dou de barato, este mamífero com sapatos supostamente falar inglês e ouvir este álbum do princípio ao fim e não perceber que o problema da Tori, mais do que haver dragões como o Musk ou o careca da Amazon, é a dificuldade com que ela, rica desde o milénio passado e a viver numa quinta linda por fora e perfeita por dentro na Cornualha, não se transformar num dragão.

Não sabia que dava para ser crítico musical no “Público” e ouvir sem escutar.
 

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