“Das Doppelspiel” Heinz Konsalik, 1977 (tb. “Jogo Duplo”).
Eu em pequenino li os Konsaliks todos da minha mãe e adorei, de todos os que gostei o que gostei mais foi este: a história do agente da CIA feito russo, que se infiltra na “cidade americana” em que os russos treinam KGBs para se infiltrarem na gringa.
A ideia não é má e até meio baseada no que ainda não tínhamos provas que estava a acontecer (no fundo na sopa dos The Americans) o drama é que o Konsalik é profundamente infantil: eles são todos uns super-homens do caroço (o Le Carré havia de chorar a rir), elas são todas o retrato orientalista da natureza sensual e indomável da grande mão Rússia... isto não é mau, mas é para meninos.
O Andrei Nikolaivitch Pleniakov acabar a tocar balalaica num motel do midwest é só psicótico.

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