“Michel Strogoff” Ramón de la Fuente, 1978.

 Eu, desde pequenino, que adoro a história do Strogoff, tenho a certeza que há uma montanha de crítica justificada de exotismo orientalista a ser feita, mas adoro-a infantilmente, toda a poesia da sua violência de estepe, quase de certeza que isto não está desrelacionado com a minha queda para o mar e o deserto. Seja como for fui enganado: vi De La Fuente e pensei que fosse o meu Victor, mas é o menos talentoso irmão Ramón e assim sendo já tenho o melhor Strogoff do Caprioli. Obrigado, mas já estou servido.
 

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