A tostadeira do Público e a São José Almeida.
Depois da última vez, a vozinha da tostadeira acalmou-se: claramente não fui o único a notar e alguém lhe deu o xanax ou um pontapé no algoritmo ou lá que se fará a coisas destas e a vozinha lá ficou mais serena e já se deixa ouvir sem me enervar.
Notei uma que é só de rir... a vozinha da tostadeira na realidade são duas vozinhas: uma de menino e uma de menina que varia conforme quem assina o artigo, sempre, menos no caso da São José Almeida que, não sei se por confusão com o nome, a possibilidade da tostadeira ter ouvido a voz (muito queimada do tabaco) mesmo da São José ou outra razão qualquer, a São José tem direito à voz de menino da tostadeira a ler-lhes os artigos.
E eu que a leio sempre, apercebo-me que só me apercebi desta agora porque normalmente ela escreve ao fim-de-semana e aí eu tenho vagar para a ler, em vez de “a” ouvir enquanto me despacho.
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