“Secrets d’Histoire s15 e03 Raphaël, le prodige de la Renaissance” France 3, 2021.
Raffaello Sanzio, Rafael de Urbino ou melhor: Rafael, o único.
Os moços fazem um tripé com o Leonardo e o Michelangelo (eu metia pelo menos o Botticelli também, mas aí estragava a narrativa), os homossexuais misantropos, paranóicos e com mau feitio e é verdade que assim o Rafael ainda brilha mais... é mais que o Chico: magnífico cortesão, excepcionalmente talentoso, bonito como um anjo, bom colega, bom patrão, bom rapaz e as moças adoram-no... é demasiado!
Considerado um mestre aos 17 anos, empenha-se a saltar de professor em professor durante anos e anos: Perugino, Pinturicchio, Leonardo... sempre a arranjar maneira de os ultrapassar e a ser reenviado ao mundo carregado de elogios e beijinhos (o único que lhe leva a mal é o Michelangelo).
Se tudo o resto não chegasse ainda é dos primeiros a clamar pela preservação dos restos da Roma antiga, tornando-se no 1º conservador. Mata-se a trabalhar, morre novo numa sexta-feira santa (com direito a tremor de terra e tudo segundo os romanos); não é propriamente dos que precisa de ressuscitar.
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