“Alatriste” Agustín Díaz Yanes, 2006.
Outra
vez porque estou nos rebites
finais da biografia do Olivares do Elliott e quando o programador sofre, sofrem
os programados todos também (a tua irmã tem a certeza que já o viu, a tua sobrinha
tenho eu a certeza que ainda não). Ipsis verbis o que disse antes mais
um elogio ao Paco Femenia da cinematografia que faz a fotografia ir do
Caravaggio ao Velázquez (na mesma cena, em silêncio, só para se exibir) como se
não fosse nada, como se fosse simples... às tantas é, sei lá eu, ver já me
basta e chega.

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